A peça acompanha os pensamentos aflitos de quatro personagens em quatro monólogos. A história não é linear e traz uma experiência quase sensorial, envolvendo o público em diversas emoções, passando por diferentes ambientes e situações. A dramaturgia é de Olavo Bilac, que iniciou a pesquisa para a produção em 2009, dando origem a performances no Rio, Nova York, Suécia e Londres, cada uma com apenas um monólogo. Fluxorama traz o ciclo completo. A direção é de Monique Gardenberg, que criou cenas estáticas, com os atores ao centro do palco e com pouco movimento. O espetáculo esteve em cartaz em São Paulo, em 2016 e chega ao Rio com mudanças no elenco, trazendo Emílio Mello, Debora Hebelyn, Marjorie Estiano e Luiz Henrique Nogueira.

Fluxorama estreia dia 27 de janeiro no CCBB, ficando em cartaz até 12 de março, de quinta a domingo às 19h. Vale a pena conferir.

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